Não sei se sabem mas não há oração nas frases do Carlos Rodrigues Lima que não acabe em "alho". Ou então em "olho"; ou em "elho"; ou, como é minhoto, em "ulho" (de sarrabulho). Às vezes consegue usar todos estes sons numa só frase (embora acabando em "ilho" não me lembro, reconheço).
Imaginemo-lo então a ler o comunicado do Conselho de Ministros de ontem
[e porque não? se já lá temos oito assessores e dois administradores de institutos públicos, porque razão não poderemos ter um dia o Lima a ministro da Presidência? Tem uma licenciatura inatacável! Sabe mais das leis que muita gente! Usa óculos amaricados! Tem não sei quantos TIR (Termo de Identidade e Residência)! E uma vida pessoal dissoluta! Porque não?]
O Conselho de Ministralhos decidilho não aceitarilhar qualquer propostaralha para a vendarelha diretelha de saburdalhência no âmbitalho do processelho de reprivatizasilha da Empresarelha dos Esburdalheiros Navaralhos de Vianelha do Castelho, ó c...!
O Conselho de Ministralhos aprovalhou uma propostelha de lei que regularelha, para 2013, a forma como se vai processarilhemos o pagamentalho do subsídarelho repostilho aos servidarolhos públicarelhos.
E agora, senhores jornalistas, acabou-se! Perguntas e respostas só ao almoço. Mandei vir um sarrabulho! Tão todos convidados, c....! E quem não quiser que vá levar no olho!
"O parceiro pensador é obrigado a empregar na guarda e tratamento dos animais o cuidado de um pensador diligente", Artigo 1124 do Código Civil
sexta-feira, 19 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
A questão que se coloca não é essa, João Pedro Henriques. Mas sim, porém, e estou a esforçar-me para escrever mais de 140 caracteres, uma vez que isto é um blogue e não o Twitter ou o quadro de mensagens do Facebook.
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